Animais da Amazônia

Arara Canindé

Ara ararauna

Os casais de araras são monogâmicos e permanecem juntos durante toda a vida.
Os filhotes das araras nascem desprovidos de penas e visão, sendo alimentados pelos pais durante um longo período.
Elas se alimentam de frutos e sementes e podem viver ate 48 anos.
A ave que traz nas penas as cores da bandeira do Brasil.
A arara-canindé costuma fazer seus ninhos em buracos no tronco, onde põem seus ovos.

Arara vermelha e verde

Ara chloropterus

A arara-vermelha ou arara-vermelha-grande é nativa das florestas do Panamá, Brasil, Paraguai e Argentina. Sua alimentação é baseada em sementes, frutas e coquinhos. Nidifica em pequenas grutas em penhascos e outras áreas escarpadas e, na falta destes, em ocos de árvores.
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Arara Azul

Anodorhynchus hyiacinthinus

A arara-azul é uma espécie de arara que se destaca pela beleza de suas penas azul-cobalto e por seu tamanho, sendo a maior espécie do grupo dos psitacídeos. As araras-azuis são animais que se destacam pela beleza, tamanho e comportamento. Essa ave está atualmente ameaçada de extinção devido à caça, ao comércio clandestino e à degradação em seu habitat natural por conta do desmatamento. No Pantanal, 90% dos ninhos de araras-azuis são feitos no manduvi, árvore com cerne macio. Também são utilizados a Ximbuva (Enterolobium contortisiliquum) e o Angico Branco (Albizia nipioides). Se alimentam das castanhas retiradas de cocos de duas espécies de palmeira: acuri e bocaiúva.
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Tucanuçu

Ramphastos toco

Também conhecido como tucano-toco, o tucanuçu é o maior dos tucanos, vivendo em todo o Brasil central e partes da Amazônia. Os tucanos-toco vivem, em média, 20 anos e os filhotes demoram, mais ou menos, quatro anos para virarem adultos. Eles se alimentam de frutas, insetos e ovos de filhotes de outras aves.
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Tucano de bico preto

Ramphastos vitellinus

Ele se alimenta de frutos, cupins, aranhas, ovos, filhotes de outras aves, anfíbios e gosta de beber a água armazenada no interior de bromélias. Seu bico é extremamente leve, pois é feito de um tecido poroso e esponjoso, mas que não o impede de ser usado para quebrar a casca de frutos. Comum na copa de florestas úmidas, tanto em seu interior quanto nas bordas, e em capoeiras altas. Vive em bandos de tamanhos variáveis, porém nunca muito grandes. Como os demais tucanos, vários indivíduos dormem juntos.
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Tucano cachorro

Ramphastos tucanus

Comum na copa de florestas úmidas, bordas de florestas e capoeiras altas. Vive em pequenos grupos e geralmente permanece mais alto do que os outros tucanos. Seu canto é um dos mais ouvidos da floresta Amazônica. Encontrado especialmente em território amazônico, o tucano-de-papo-branco emite sons que se assemelham a um latido, por isso a espécie também é conhecida popularmente como ‘cachorro’. Nome popular Tucano cachorro ou tucano de peito branco
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Saira de cabeca azul

Tangara cyanicollis

A linha entre o corpo e a cabeça divide as colorações que nomeiam a ave. É uma representante da mesma família de sanhaçus e saís em regiões esparsas do Sul do Pará, Tocantins, Goiás e Mato Grosso. Com 12 centímetros de comprimento e cerca de 15 gramas, a coloração causa impacto.
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Saira militar ou saira-de-lenço

Tangara cyanocephala

Alimenta-se de frutinhas, insetos, larvas e néctar/pólen de flores. Habita a copa das florestas húmidas, bordas de floresta e bosques, pode ser vista frequentemente em bandos de espécies mistas, destacando-se pelas suas fortes cores.
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Sanhaço-de-encontro-amarelo

Thraupis ornata

Alimenta-se de frutas pequenas e geralmente duras de árvores, arbustos e cipós. Alimenta-se também de folhas, botões e néctar, podendo caçar insetos em voo, como cupins e borboletas. Ao se alimentar de frutos contribui para a dispersão de sementes em áreas verdes urbanas.
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Anaca

Deroptyus accipitrinus

Alimenta-se de frutas de palmeiras, flores e sementes. Apreciando os cocos de bacaba e das embaúbas, além de frutas silvestres. Faz ninho em buracos de árvores mortas, inclusive naqueles feitos por pica-paus Habita florestas úmidas, semi-úmidas, de galeria, até 400 metros. Em geral em grupos pequenos (4 a 7 indivíduos) ou em pares abaixo do dossel, pousando frequentemente em ramos expostos de árvores mortas. Uma ave que voa baixo.
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Pirarucu

Arapaiama Gigas

A cauda e vermelha, devido a dieta de camaroes e carangueijos As escamas enormes de pirarucus, quando secas, são fortes e abrasivas suficiente para serem usadas como lixa. Se menos deles chegarem a maturidade esta espécie pode estar destinada a extinção.
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Tucunare açu

Cichla temensis

Considerado uma das melhores espécies para a prática da pesca esportiva, Os tucunarés sao bastante agressivos e lutadores, comportam-se como se estivessem, sob efeito de esteroides. Por ser uma espécie carnívora, o Peixe Tucunaré Açu se alimenta de peixes e camarões. Portanto, um fator muito importante é que a espécie persegue a presa e não desiste, ou seja, até que o alimento seja capturado. E esse é um diferencial porque os outros peixes perseguem a presa e quando não conseguem capturar, simplesmente desistem. Por esse motivo, a espécie é considerada um dos peixes mais esportivos que pode ser pescado em nosso país.
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Onça Pintada

Panthera onca

A onça é um caçador lendário pela sua arte de desaparecer. Ele é o terceiro maior felino do mundo. O jaguar patrulha a selva em busca de presas grandes, utilizando sua visão aguçada. Sua pelagem manchada oferece a camuflagem perfeita nesta luz filtrada, permitindo que o felino ataque sem aviso. Ele ataca com uma investida poderosa. Seu nome no idioma indígena significa aquele que mata num salto. Por estar no topo da cadeia alimentar e necessitar de grandes áreas preservadas para sobreviver, esse animal o mesmo tempo temido e admirado que habita o imaginário das pessoas é um indicador de qualidade ambiental. A ocorrência desses felinos em uma região indica que ele ainda oferece boas condições que permitam a sua sobevivência.
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Borboleta azul

Morpho

América central e da América do Sul: Brasil, Costa Rica, Guiana e Venezuela mas também no México. A aparência distinta das borboletas torna-as, em certa parte, facilmente reconhecíveis devido ao conspícuo e iridescente azul-metálico originado não por pigmentação mas sim pela reflexão da luz de um modo particular visto em várias espécies
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